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Um tribunal, duas sentenças: na Bahia, um juiz acata e o outro renega a nova legislação trabalhista

Cada cabeça… A Justiça do Trabalho da Bahia dá uma ideia de como será a batalha nos tribunais contra e a favor da lei trabalhista. No sábado (11), dia em que a nova legislação entrou em vigor, dois juízes tiveram entendimentos antagônicos sobre a aplicação da norma.

… uma sentença Enquanto o juiz José Cairo Júnior condenou um empregado citando a nova legislação, seu colega Murilo Carvalho Sampaio decidiu, em outro caso, que as novas regras não podem ser aplicadas a processos em curso. “Configuraria ofensa direta ao devido processo legal”, escreveu.

Famosos protestam contra a reforma trabalhista
Tenho dito Cairo Júnior, por sua vez, anotou na sentença: “Ao contrário do que ocorre com as normas de direito material, as leis processuais produzem efeitos imediatos”. Ele usou a norma para cobrar o pagamento de honorários advocatícios do empregado por sucumbência.
Fonte: Folha de S.Paulo

PUBLICAÇÃO DE DECISÃO LIMINAR

“Apesar de ainda não ter sido formalmente citado da existência do processo, o SEAC foi informado pelo sindicato laboral acerca de Ação Civil Pública ajuizada pelo Sindicato MPT em face dos sindicatos (i) SINDILIMP e (ii) SEAC, na qual o autor busca a nulidade da cláusula 13ª da CCT (relacionada ao aviso prévio e continuidade dos contratos de trabalho). Foi proferida decisão liminar, no seguinte sentido:

1. DETERMINE A SUSPENSÃO imediata da eficácia da Cláusula Décima Sétima da Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026, registrada no Ministério do Trabalho sob o nº BA000817/2024, com vigência de 01º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2026, celebrada pelos demandados;

2. DIVULGUE o teor desta decisão para conhecimento dos integrantes de suas respectivas categorias, no prazo improrrogável de 24 (vinte e quatro) horas.

Assim, o SEAC Bahia divulga a decisão a todo o setor, comprometendo-se a informar sobre o andamento do processo, assim que for devidamente citado.

Atenciosamente,

Auro Pisani,

Presidente do SEAC Bahia.”

LINK PARA FAZER DOWNLOAD DA LIMINAR

ENEAC 2026 se consolida como sucesso nacional com programação estratégica e grandes nomes no RN

enac4Evento reuniu autoridades, especialistas e lideranças em quatro dias de debates, integração e fortalecimento do setor
Brasília, 10 de abril de 2026 - O Encontro Nacional das Empresas de Asseio e Conservação (ENEAC 2026) encerra sua programação consolidando-se como um dos principais fóruns de discussão e articulação do setor no país. Realizado entre os dias 9 e 12 de abril, no Vila Galé Touros (RN), o evento reuniu autoridades, lideranças empresariais e especialistas em uma agenda marcada por conteúdo estratégico, networking e fortalecimento institucional.

A abertura oficial aconteceu na noite do dia 8, com um coquetel de recepção que reuniu importantes nomes do cenário político e empresarial. Estiveram presentes o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) e anfitrião do evento, Edmilson Pereira; o vice-governador do Rio Grande do Norte, Walter Alves; o senador da República e presidente de honra da Febrac, Laércio Oliveira; os deputados estaduais Hermano Morais, Tomba Farias e Luiz Eduardo; o presidente da Fecomércio/RN, Marcelo Fernandes de Queiróz; o presidente da Abralimp, Sacha Haim; o desembargador federal do TRF5, Walter Nunes da Silva Jr.; o superintendente regional do Trabalho e Emprego do RN, Cláudio Gabriel de Macedo Jr.; e o vereador de Natal, Fúlvio Saulo.

Na ocasião, o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edmilson Pereira, destacou, em seu discurso, a relevância do setor para o funcionamento da economia e das instituições brasileiras. “Estamos aqui para reafirmar vínculos, compartilhar experiências e pensar, com seriedade, os caminhos de um setor que tem presença decisiva na vida brasileira. Trata-se de um segmento essencial para o funcionamento das instituições, para a dinâmica da economia e para a geração de trabalho formal em todo o país”, afirmou.

Ao longo da programação, o ENEAC promoveu uma série de palestras e painéis com especialistas de renome. Na manhã da sexta-feira (10), o superintendente-geral do Centro de Integração Empresa-Escola, Humberto Casagrande, abordou a importância da qualificação profissional e da inclusão de jovens no mercado de trabalho. Na sequência, o economista Marcos Lisboa trouxe uma análise aprofundada sobre os desafios fiscais e econômicos do Brasil, destacando a necessidade de maior previsibilidade e eficiência no ambiente de negócios. “Quando olhamos para o desempenho econômico do Brasil nas últimas décadas, vemos um padrão de alta volatilidade e baixo crescimento. O desafio não é apenas crescer, mas criar um ambiente mais previsível, com regras claras, segurança jurídica e melhor alocação de recursos”, pontuou.

Outro momento de destaque na programação foi a participação do ator, diretor e escritor Miguel Falabella, que trouxe reflexões sobre criatividade, comunicação e reinvenção profissional, conectando sua trajetória artística aos desafios contemporâneos do mundo corporativo.
Durante o evento, o presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac), Edmilson Pereira, reforçou a importância da iniciativa para o fortalecimento do setor. “Vivemos um cenário que exige preparo, capacidade de adaptação e visão estratégica. O ENEAC cumpre um papel fundamental ao promover o diálogo, a troca de experiências e a construção de soluções para o futuro do nosso segmento”, destacou.

Com uma programação diversificada, o ENEAC 2026 se encerrou com a tradicional Noite Regional, momento de celebração e integração entre os participantes, que simboliza o espírito do evento: união, valorização cultural e fortalecimento de vínculos. O encontro deixa como legado não apenas debates qualificados, mas também o fortalecimento institucional de um setor essencial para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Seis a cada dez mulheres têm licença-maternidade estendida

Desde 2010, quando lei permitiu ampliar tempo com bebê, mais de 17 mil empresas aderiram

Cerca de 60% da força de trabalho feminina com emprego formal já é beneficiada pela licença-maternidade de seis meses, adotado de forma facultativa pelas empresas desde 2010. O cálculo é da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), com base em dados da Receita Federal, que aponta a adesão de 17.222 corporações ao programa Empresa Cidadã, que concede benefício fiscal a quem estende o tempo das mães com os bebês.

“O número de empresas ainda é muito pequeno, mas, como são as grandes empresas, o número de mulheres beneficiadas é grande”, diz a assessora de acompanhamento da licença maternidade da SBP Valdenise Martins Laurindo Calil. Ela lembra que praticamente todo o funcionalismo público do país também conta com a licença estendida, já que a União, todos os Estados, o Distrito Federal e boa parte dos municípios já aderiram ao programa.

Só podem fazer parte do programa Empresa Cidadã, as corporações que declaram Imposto de Renda pelo lucro real, o que exclui as micro e pequenas que declaram pelo Simples e as que optam pelo tributação com base no lucro presumido.

Benefício revertido. Os salários pagos às funcionárias nos dois meses a mais de licença podem ser descontados no Imposto de Renda. A funcionária pode optar se prefere a licença de quatro ou seis meses.

Benefícios. Para a professora do MBA em Gestão Empresarial da FGV/Faculdade IBS, Francine Oliveira, estender o benefício traz mais benefícios do que perdas à empresa. “A decisão depende da realidade de cada empresa, mas é um benefício que motiva a funcionária. Ela volta mais animada porque teve um período para acompanhar o desenvolvimento do bebê”, diz.

“Financeiramente, a empresa não tem nenhum prejuízo, porque ela pode descontar no Imposto de Renda os dois meses acrescentados”, reforça Francine.

A supervisora de recrutamento e seleção do banco Mercantil do Brasil, Tatiana Crepaldi, teve a licença de seis meses para o segundo filho, João. Na primeira gravidez, há cinco anos, ela teve apenas quatro meses e diz que a extensão fez muita diferença. “Foi fundamental. Pude amamentar exclusivamente por um período maior e me organizar melhor para voltar ao trabalho”, diz.

O gerente de capital humano do banco, Márcio Ferreira, diz que mais de 90% das funcionárias gestantes optam pelos seis meses de licença-maternidade e ainda emendam com um mês de férias. Ele confirma que a empresa também sai ganhando. “O benefício com a funcionária satisfeita é muito maior do que o custo de ficar sem ela por seis meses”, diz.

Como funciona o Empresa Cidadã
Empresas devem apresentar o requerimento para participar do programa à Secretaria da Receita Federal do Brasil

Podem aderir ao programa pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real

A empresa poderá deduzir do imposto devido, em cada período de apuração, o total da remuneração da empregada pago no período de prorrogação de sua licença-maternidade

Para ter direito à extensão da licença, a empregada tem que fazer a solicitação à empresa participante do Empresa Cidadã até 30 dias depois do parto

Projeto com benefício de 12 meses foi arquivado
Tramitam no Congresso Nacional vários projetos que pretendem alterar a licença-maternidade ou a licença-paternidade, mas a maioria está parada há um bom tempo na Câmara ou no Senado. Além deles, há vários outros que já foram arquivados.

As propostas vão desde a alteração da contagem da licença-maternidade no caso de filhos pré-maturos até a ampliação de 30 dias na licença para mães que forem doadoras de leite materno.

Entre os que foram arquivados, estão a proposta que previa o aumento do benefício para 12 meses para as mães e 30 dias para os pais “desde que verificada a compatibilidade de interesses entre a mãe, empregador e Estado, considerando o bem estar da criança”. O projeto foi arquivado no ano passado.
Fonte: O Tempo

Governo regulamenta Lei Anticorrupção Empresarial

Especialistas de órgãos e entidades públicos ou de outras organizações poderão ser convidados a auxiliar na análise da matéria sob exame. O relatório final do caso deverá apontar as responsáveis e o seu nível de participação na fraude, assim

Após mais de um ano de espera, o governo federal publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira (19) o Decreto 8.420, que regulamenta a Lei nº 12.846, mais conhecida como Lei Anticorrupção Empresarial, que foi instituída em 1º de agosto de 2013. A legislação trata da responsabilização administrativa de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.

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Tribunal afasta responsabilidade de companhia por dívida de terceirizada

Prestadora de serviços teria simulado a rescisão de contrato para escapar do pagamento de verbas para 41 trabalhadores demitidos, mas juiz encontrou fundos e obrigou a empresa a pagar

A Vara do Trabalho de Campo Largo (PR) afastou a responsabilidade subsidiária de uma empresa pela dívida trabalhista da prestadora de serviços que contratou de modo a terceirizar mão-de-obra.

De acordo com o especialista em direito do trabalho da Advocacia Castro Neves Dal Mas, Antonio Vasconcellos Jr., a decisão é muito importante porque é comum que prestadoras de serviço mal intencionadas cancelem contratos e demitam seus trabalhadores sem pagar direitos trabalhistas. "Esse caso demonstra o que uma contratante tem que fazer quando vai atrás de uma prestadora de serviços", afirma.

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Spoiler liberado! Já pode ir se preparando para se surpreender no Foreac Nordeste 2025!

foreac2025

No dia 9 de maio, no Hotel Gran Marquise, em Fortaleza, teremos uma seleção de peso no palco:

- Marcelo Paz, CEO da SAF do Fortaleza EC, com a palestra “11 titulares da boa gestão”
- Davi Valente & Renato Assunção com uma apresentação inspiradora: “Amizade, música e superação”
- Dr. Marlos Melek, Juiz do Trabalho, com o tema direto ao ponto: “Onde os Empresários mais Erram”

E isso é só o começo... Vem com a gente transformar ideias em ação!

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